lumieiro

A Caixa tem uma janela. Não é a caixa em si que tem valor, o importante é que ela delimita dois espaços. O contido é abstracto por natureza, o exterior é o mundo. A janela funciona como uma espécie de lente fotográfica e permite a comunicação entre ambos.

Intro

Pretendo nestas páginas expor o trabalho que venho desenvolvendo nas áreas da Arquitectura, Design de interiores e Fotografia.

O trabalho exposto não segue uma ordem temporal linear porque, alguns projectos são mais demorados e outros ficam por vezes anos na gaveta.

Espero que apreciem.

The purpose of this blog is to publish the work that I have done over the past years on the domains of architecture and photograpy.

I will not follow a linear time base since some projects take longer than other’s and also, because some stay frozen for years.

Ricardo Silva | Contact

Todos os direitos reservados | © All rights reserved

Se pretender utilizar alguma das fotografias aqui expostas por favor entre em contacto comigo para autorização prévia.

All images belong to Ricardo da Silva, if you wish to use any images here please contact me for prior authorization.

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Rates Billing 2014

Lumieiro Rates billing-27

Vila de Rates is a small village located nearby Vila do Conde. Every year, the Land-rover lover’s gather here for one of the off road most important events in Portugal, the Rates Billing. This year, I had the pleasure to go to this lovely village with my friend Hugo Vaz that invited me for a off road trip. Hope you like it just has I did.

Lumieiro Rates billing-1Lumieiro Rates billing-5Lumieiro Rates billing-3Vila de Rates has a wonderful rural landscape to be appreciated. Either by car, bicycle or for a walk, one can spend a lovely day here, so if you coming to the North of Portugal, don´t miss it!

Lumieiro Rates billing-10Lumieiro Rates billing-20Lumieiro Rates billing-23We made the trip in this vintage Series III, but man, it didn’t let us down!Lumieiro Rates billing-21Lumieiro Rates billing-12Lumieiro Rates billing-14The man and the machine: my friend Hugo and his Series III.Lumieiro Rates billing-34Uau! And this super girl shore knew how to drive a jeep… (err… a land-rover)Lumieiro Rates billing-31Lumieiro Rates billing-25Lumieiro Rates billing-32Lumieiro Rates billing-36

 

 

 

Kuwait Series

Kuwait city skyline ©2013

“Skyline” de Kuwait city    ©2013

Quando se fala do Kuwait geralmente a primeira coisa que nos ocorre é as imagens da guerra de 1992. De facto, a maior parte das pessoas com quem falo no dia a dia julga que o país vive ainda num cenário de guerra e que está numa situação muito similar àquela do Iraque. Nada de mais errado, o país é extremamente seguro embora se devam tomar as mais básicas precauções dado se tratar de um país Islâmico, bastante conservador e que se rege pelo menos em teoria, pelos princípios do Islão.

Embora seja um país seguro, não deixa de ser um mundo culturalmente estranho para um ocidental, mesmo para aqueles que se considerem “viajados”, de tal modo que os primeiros dias de estadia no país podem ser bastante difíceis. Porquê?

Para nós Portugueses, seres bastante sociáveis e comunicativos o Kuwait é radicalmente estranho, não quero dizer com isto que os Kuwaitis não sejam sociáveis, a verdade é que o são, mas os relacionamentos ocorrem sempre dentro da esfera familiar e em menor extensão entre amigos. Daí, um desconhecido é um desconhecido e merece tanta atenção quanto uma pedra da calçada. No entanto há que  distinguir aqueles que são Árabes, isto é naturais da península Arábica, dos Muçulmanos em geral, que são muito mais comunicativos e sociáveis, isto porque existe uma enorme comunidade de Egípcios, Turcos, Libaneses, Sírios, Paquistaneses, Afegãos, etc, a viver e a trabalhar no Kuwait e que são extremamente simpáticos e comunicativos, sobretudo os Egípcios que são muito prestáveis e bem humorados. De qualquer modo existe muita reserva na comunicação, pelo menos enquanto não se criam alguns laços (difíceis) de proximidade.

Depois há uma separação social muito acentuada, os Árabes consideram-se acima de todos os outros, depois vêem os Ocidentais, a seguir os Japoneses, Coreanos, Chineses, os restantes Muçulmanos, e depois a forma como se tratam os restantes imigrantes degrada-se bastante. Os Indianos e sobretudo os naturais do Bangladesh são os mais visados pelo gosto natural dos Kuwaitis em categorizar alguns à condição de servos ou (quase) escravos, homens cão como já ouvi. É claro que generalizações não podem ser feitas e obviamente que há pessoas bastante altruístas dentro da comunidade Árabe mas esta separação racial é bastante evidente mesmo nos meios institucionais. A título de exemplo, no aeroporto internacional do Kuwait os recém chegados da India ou do Bangladesh são separados dos restantes viajantes e forçados a sair em fila indiana encostados às paredes, para libertar o corredor para a “comodidade” dos restantes passageiros. As situações de assédio e descriminação sectária são abundantes, generalizadas e particularmente chocantes.

Outra característica do Kuwait tem a ver com a religião, que está intrinsecamente ligada a todas as situações do dia a dia. Pela manhã, a caminho do trabalho pode-se ouvir o Alcorão cantado pelo rádio do taxi, as mesquitas emitem as orações pelos seus poderosos altifalantes a qualquer hora do dia ou da noite e até nem mesmo os centros comerciais são imunes à divulgação das orações diárias. A religião assume-se de grande importância no relacionamento social. Não importa ser Muçulmano ou Cristão ou Judeu, importa acima de tudo acreditar em Deus, ser ateu é inconcebível e acreditar em outros deuses desprezível. É recomendável muito respeito pela religião local como também pelo Cristianismo e pelo Judaísmo, as três religiões que partilham o mesmo Deus, Allah.

Num centro comercial.     ©2013

©2013

Pois tive a oportunidade de trabalhar no Kuwait e este conjunto de imagens foi captado durante os meus primeiros meses de permanência no país. Fotografar no Kuwait não é fácil, existem muitas áreas onde a captação de imagens é proibida e a cultura local é adversa à fotografia. Fotografar um edifício público ou uma mulher árabe, mesmo a dezenas de metros de distância pode trazer imensos problemas e é muito fácil acabar numa esquadra da polícia por causa de uma fotografia mesmo de um telemóvel, sem querer entrar em paranóias, é preciso ter pelo menos alguma cautela.

Não há muitos perigos nem quaisquer razões para stress aqui desde que se cumpram as regras mais básicas do país. É proibido o álcool, a carne de porco, a pornografia, a homossexualidade, a prostituição e o sexo ou os relacionamentos fora do casamento. Durante o ramadão é proibido comer ou beber em público durante o dia. A blasfémia ou o tráfico/porte de drogas pode levar à pena de morte. Se têm motivações políticas ou religiosas opostas à corrente geral, guardem-nas para vós, isto é uma espécie de regime ditatorial, não é uma democracia livre. Cumpram-se estas regras e não haverá quaisquer problemas, porque apesar de tudo o Kuwait é um dos países mais livres do médio oriente.

©2013

©2013

“-Welcome to the easy way of live!”

Com este lema assim somos recebidos, e de facto a vida neste país é muito fácil, pelo menos para os expatriados privilegiados. Os salários são robustos, não  se paga a água, a electricidade ou o telefone fixo. A internet é geralmente gratuita no prédio e quase todos os prédios possuem ginásio e piscina. Almoçar pode custar menos de 2 euros e cada litro de combustível fica-se por uns módicos 0,16 euros. Pois é… e para além disso não se pagam impostos! Nada de IVA, IRS, IRC, nem selo para o carro, nem IMT, nadinha de nada. As receitas do petróleo dão para isso.

O clima à excepção do verão é agradável, os restaurantes são bons e requintados, existem bons ginásios e muitos clubes de praia com piscinas, parques infantis, instalações desportivas etc. Os centros comerciais são gigantescos e fabulosos, com produtos que nem nos melhores sonhos existem por cá em Portugal, e com preços a acompanhar.

Vive-se bem e isso é evidente nos carros que se encontraram pelas ruas. Curiosamente e apesar de uma moradia em média ter cerca de 3000m2 de área, ninguém constrói garagens. Em média cada Kuwaiti tem 7 carros deixados na rua, à mercê do sol e das areias do deserto.

1. A arquitectura

Kuwait towers    ©2013

Kuwait towers      ©2013

O Kuwait é um país pequeno e a paisagem monolítica, dito isto não são precisos mais de 3 dias para ficar a conhecer tudo o que o país tem para mostrar. A arquitectura, à excepção de alguns edifícios icónicos como as Kuwait Towers ou o edifício da assembleia nacional da autoria de Jørn Utzon e de algumas construções modernas, é francamente pobre. Felizmente existem obras de design de interiores de excepcional qualidade para apreciar, sobretudo restaurantes e lojas nas principais zonas comerciais. Esta divisão qualitativa entre os espaços urbanos e os espaços interiores reflete naturalmente a cultura Árabe que tende a privilegiar o espaço interior/familiar do espaço exterior/público.

Os edifícios representativos do poder económico e político são naturalmente mais sumptuosos e exuberantes e podemos encontrá-los com facilidade na zona central de Kuwait city, como também encontramos manifestações exteriores de riqueza, acompanhadas de falta de gosto, em muitas moradias.

A city de Kuwait    ©2013

Liberation tower ©2013

Viva towers em Salmiya    ©2013

Viva towers em Salmiya ©2013

As Viva towers são o marco dominante de Salmiya, o bairro mais ocidentalizado do Kuwait onde é mais provável encontrar estrangeiros e onde os customes são mais brandos. De noite exibe um formidável espetáculo de luz.

Passadiço sobre a gulf street no Marina shopping     ©2013

Passadiço sobre a gulf street no Marina shopping ©2013

Edifício em construção    ©2013

Edifício em construção ©2013

Existem muitos edifícios em construção no Kuwait e é mesmo possível ver cidades completas em construção, desertas de vida.

Cidade em construção perto de Camp Doha

Cidade em construção perto de Camp Doha.    ©2013

Cidade em construção perto de Camp Doha    ©2013

©2013

2. O apartamento

Pois é aqui que se passa a maior parte do tempo no Kuwait quando não se está a trabalhar, já que não há muito para se fazer aqui para além de comer em bons restaurantes e fazer compras, é uma vida fútil.

O apartamento é uma espécie de prisão domiciliária sobretudo no verão, com as temperaturas a subirem acima dos 50 graus Celsius e a condicionarem qualquer desejo de aventura no exterior.

E depois não há a tradição da bica ou da mini que abrem as portas ao convívio.

A situação piora durante o Ramadão quando durante um mês o país quase que para por completo, e é impossível encontrar um restaurante ou café aberto durante o dia. O cenário é virtualmente o de uma cidade fantasma.

A falta de oportunidades culturais e de lazer é provavelmente uma das piores características do país.

Cortinas fechadas no Sol de verão.       ©2013

Cortinas fechadas ao Sol de verão. ©2013

A vista do apartamento.     ©2013

©2013

Vista da janela sobre o bairro de Maidan Hawalli.     ©2013

Vista da janela sobre o bairro de Maidan Hawalli.     ©2013

3. O mar Arábico

O mar Arábico.     ©2013

O mar Arábico. ©2013

Com ondas gigantes de 40cm nos dias de tempestade isto mais se parece com um lago, a água é algo de poluída como também são as praias porque aqui come-se e deixa-se o lixo na areia. Mas pronto, não me posso queixar porque a melhor coisa que pode haver aqui é viver-se a 200m da praia, fazer umas caminhadas pela marginal da Gulf Street e comer os gelados locais (do melhor). Depois abundam os desportos de praia sendo relativamente barato alugar uma moto de água ou um recinto para jogar futebol. É possível também fazer passeios de barco ou de iate para lazer ou pesca desportiva.

©2013

©2013

©2013

©2013

Não são muitas as mulheres que se aventuram em ir à praia e quando o fazem vão completamente vestidas, mesmo para dentro da água. Uma mulher também não se deita na areia, fica de pé ou sentada. As mulheres mais abastadas podem pagar para frequentar um clube de praia onde, em certos dias da semana têm a praia para si em exclusivo.

Porto de Shuwaikh.     ©2013

Porto de Shuwaikh. ©2013

Praia perto de Shuwaikh.     ©2013

Praia perto de Shuwaikh. ©2013

4. “Living”

É ao pôr-do-sol que a cidade ganha vida, e digo cidade porque 95% do Kuwait é a própria cidade do Kuwait, o resto é deserto. As temperaturas no verão começam a descer por volta das cinco da tarde até atingirem uns refrescantes 40 graus. É altura de sair, ir à praia, fazer umas caminhadas e ir a um bom restaurante. Aconselho vivamente uma ida ao velho Souk no centro da cidade onde se pode apreciar a culinária Árabe no seu melhor.

Banhos nocturnos.     ©2013

©2013

E com algumas imagens mais me despeço, espero que tenham apreciado.

"O peixe e eu."      ©2013

“O peixe e eu.” ©2013

Motos de água para aluguer.    ©2013

©2013

Levei para o Kuwait a minha Spotmatic e 3 takumares e claro está, um “back” digital para as lentes ou seja uma Olympus Pen. Só ao fim de 3 meses é que encontrei filme à venda pelo que todas as imagens aqui apresentadas foram feitas com a Pen.

Kuwait city vista a partir de Salmiya    ©2013

Kuwait city vista a partir de Salmiya ©2013

1998

A vendedora, Mercado da Costa Nova

A vendedora, Mercado da Costa Nova

As presentes imagens nunca foram publicadas, foram captadas durante o ano de 1998 e estiveram arquivadas desde então. Trata-se do meu primeiro e até hoje, único projecto no domínio da fotografia inteiramente desenvolvido com um propósito. Retrata as comunidades que vivem daquele ecossistema entre o mar e a ria de Aveiro, com particular enfoque no lugar da Costa Nova.

O cais dos pescadores original, na Costa Nova, onde muitas destas imagens foram captadas, já não existe. – Era um lugar com alma, genuíno, do qual sinto saudades. Foi então substituído por um cais “moderno” desprovido de espírito, arredado para o “canto” , fora da vista dos turistas.

O ano de 1998 foi também um ano importante na história recente de  Portugal, foi o ano da exposição internacional de Lisboa, a Expo 98. Naquele ano em que se tentava projectar no mundo a imagem de um Portugal moderno e tecnologicamente desenvolvido, este Portugal aqui retratado fazia o contraponto.

Mas que ironia. Que passados estes anos, constatamos que esse Portugal moderno afinal não é a solução. Voltam-se as gentes para a terra, para a ria e para o Mar e este maravilhoso Portugal típico quase que extinto é fonte de riqueza, vendida em pacote turístico.

These images were never published, they were taken during the year of 1998 and since then have been resting filed. This is my first and still only project in the field of photography that was fully developed with a purpose. It portrays the communities living in the ecosystem between the sea and the ria de Aveiro, with particular focus on the place of Costa Nova.

The original pier of fishermen in Costa Nova, where many of these images were captured, no longer exists. – It was a place with soul, genuine, which I miss. It was then replaced by a modern pier devoided of the natural spirit of the original.

The year 1998 was also an important year in the recent history of Portugal, it was the year of the international exposition in Lisbon, Expo 98. On that year we tried to project to the world the image of a modern and technologically developed country, this pictures therefore act as a counterpoint.

But what an irony. That after all these years, we find that this conception of Portugal is not the solution. The people turn again to the land and to the Ocean and in Portugal this wonderful traditional way of life is source of income due to the tourism industry.

Retrato de um menino #1 - Bairro de pescadores, costa Nova

Retrato de um menino #1 – Bairro de pescadores, costa Nova

Uma nota para as crianças, que tão frequentemente surgem no meu arquivo, não porque houvesse da minha parte uma intenção deliberada para as retratar mas porque estavam lá, ajudavam os pais e ali também brincavam. Hoje o cenário é porventura completamente diferente e estas crianças são já adultos.

A note for the children that so often arise in these images, not because there was a deliberated intention to portray them but because they were there, helping their parents and also playing at the site. Today however, the scenario is completely different because there ain’t to many children to be found.

Botas, Cais dos pescadores - Costa Nova©Ricardo Silva 1998

Botas, Cais dos pescadores – Costa Nova
©Ricardo Silva 1998

O pescador - Costa Nova©Ricardo Silva 1998

O pescador – Costa Nova

Deitado - Costa Nova

Deitado – Costa Nova

Casa de brincar - Costa Nova

Casa de brincar – Costa Nova

Comtemplando a Ria - Costa Nova

Comtemplando a Ria – Costa Nova

Retrato de um menino #2 - Costa Nova

Retrato de um menino sob a embarcação – Costa Nova

Tempestade - Costa Nova

A tempestade – Costa Nova

Mercado - Costa Nova

Mercado – Costa Nova

Comtemplando a pescaria - Pateira de Fermentelos

Contemplando a pescaria – Pateira de Fermentelos

Meninas - Mercado da praia da Vagueira

Meninas – Mercado da praia da Vagueira

A rede - Cais dos pescadores, Costa Nova

A rede – Cais dos pescadores, Costa Nova

O menino e o cão - Praia da Costa Nova

O menino e o cão – Praia da Costa Nova

Uma nota técnica: Todas estas imagens foram captadas com uma Rolleiflex TLR 6×6 da década de 50, equipada com lente Carl Zeiss Tessar f3.5 75mm. Como utilizador actual de câmaras fotográficas digitais, fiquei de tal modo impressionado com a qualidade dos ficheiros digitalizados nesta série que decidi regressar ao filme o ano passado. Desde então muito pouco uso dou ao equipamento digital.

A technical note: All these pictures were taken with a Rolleiflex TLR 6×6 from the 50s, equipped with Carl Zeiss Tessar 75mm f3.5 lens. As a current user of digital cameras, I was so impressed with the quality of the scanned material in this series that I decided to return to film last year. Since then I give very little use to my digital equipment.

A fé - Santuário da Nossa S.ra. de Vagos

A fé – Santuário da Nossa S.ra. de Vagos

Imagem e textos por Ricardo da Silva  | Images and text by Ricardo da Silva      

 © 1998 Todos os direitos reservados

ZI Bar Lounge

Este projecto foi executado em finais de 2008. Trata-se de um bar lounge com pista de dança sendo fundamentalmente, um espaço nocturno. Está instalado na zona industrial de Barrô em Águeda e apesar da longevidade do projecto, continua a ser um destino de sucesso nas rotas da diversão nocturna.

This project was implemented in late 2008. This is a bar with a lounge and a dance floor and is therefore, primarily a nightspot. It is installed in the industrial zone of Barrô in Agueda – Portugal and despite the longevity of the project, remains a successfull place.

Entrada | Entrance

Entrada | Entrance

Vista do bar | A view of the bar

Vista do bar | A view of the bar

Detalhe do balcão | Detail

Detalhe do balcão | Detail

Imagem cortesia ZI Bar

Imagem cortesia ZI Bar

Imagem cortesia ZI Bar

Imagem cortesia ZI Bar

 

Simulação 3d do espaço lounge | 3d preview of the space

Simulação 3d do espaço lounge | 3d preview of the lounge space

Casa em Nantes | House at Nantes

Trata-se de um estudo de design de interiores para uma habitação a ser construída em Nantes, França. Era desejo do proprietário a concepção de um interior muito sóbrio e moderno.

These are some studies made for the interior design of a house being built at Nantes, France. The owner’s biggest request was a very modern and clean design.

Vista da cozinha

Cozinha, vista oposta

Vista da I.S. comum

Ericeira

To visit Ericeira is such a joy, the site is just amazing!
Besides being beautifull, the iconic village of Ericeira is now a world surfing reserve along with Malibu and Santa Cruz (USA), and Manly (Australia).

Praia da Ericeira 2012

“United minds”     ©2012

Praia da Ericeira 2012

“Empire Ants”     ©2012

Praia da Ericeira 2012

“Hypnotic girl”     ©2012

Praia da Ericeira 2012

Dream every day     ©2012

Imaginarius

Imaginarius Santa Maria da Feira 2011

“About her”    ©2011

Comprar | Buy it

Uma razão para visitar Santa Maria da Feira é o evento Imaginarius, todos os anos, a não perder.

Tempestade | Storm

Cacia, Aveiro

Tempestade no rio Vouga ©2012

Um dia de tempestade nas margens do rio Vouga, em Aveiro. O efeito é ampliado pelo uso de um filtro  laranja e de uma lente “olho de peixe”.

A storm over the margins of the river Vouga at Aveiro.

Ilford Delta400+ID11 stock

Vacuidade | Emptiness

Carnaval 2011

“The parade”   ©2011

Feira Medieval Santa Maria da Feira 2011

“Silence”     ©2011

Feira Medieval, Santa Maria da feira

“Still”      ©2011

Marinhas de Sal, Aveiro 2011

“Un cuento para Mi Níno”      ©2011

Paris 2012

“Siegfried´s Rhine Journey”    ©2012

Estudos de fachada | Facade studies

Este é o projecto em que estou presentemente a trabalhar para a Decorplus.Trata-se da ampliação e requalificação de um edifício de 3 pisos para instalação de um Hotel Charme em Moçambique. A pala de sombreamento na entrada é inspirada na cobertura do aeroporto de Marraquexe. O desenho incorpora padrões tradicionais da arquitectura islâmica e arte africana.

This is the project I’m currently working at for Decorplus.It is the expansion and redevelopment of a 3-storey building for the installation of a boutique Hotel at Moçambique.The shading structure at the entrance is inspired by the roof structure of the airport of Marrakech. The design features are drawn out from the rich cultural heritage of the Islamic world and also from african art. 

Ricardo da Silva | Decorplus 2012

Ricardo da Silva | Decorplus 2012

Ricardo da Silva | Decorplus 2012

Ricardo da Silva | Decorplus 2012

Ricardo da Silva | Decorplus 2012

Ricardo da Silva | Decorplus 2012

Ricardo da Silva | Decorplus 2012

Ricardo da Silva | Decorplus 2012